quinta-feira, 21 de abril de 2011


O distraído nela tropeçou...
O bruto a usou como projétil.
O empreendedor, usando-a, construiu.
O camponês, cansado da lida, dela fez assento.
Para meninos, foi brinquedo.
Drummond a poetizou.
Já, Davi, matou Golias, e Michelangelo extraiu-lhe a mais bela escultura...
E em todos esses casos, a diferença não esteve na pedra, mas no homem!
Não existe "pedra" no seu caminho que você não possa aproveitá-la para o seu próprio crescimento.
Independente do tamanho das pedras que lhes lançarem, no decorrer de sua vida. não existirá uma, que você não possa aproveitá-la para seu crescimento espiritual.
postado por:obr.kennedy

Um comentário:

  1. Caros amigos.

    Esse meu poema: A pedra. Circulava como de autor desconhecido ou com o nome de plagiadores. Agora aparece como de Chaplin, Renato Russo, Fernando Pessoa, sem citar a autoria...
    O real autor é Antonio Pereira (Apon). Todos os esclarecimentos em:
    http://www.aponarte.com.br/2007/08/pedra.html

    A forma original do poema:

    O distraído, nela tropeçou,
    o bruto a usou como projétil,
    o empreendedor, usando-a construiu,
    o campônio, cansado da lida,
    dela fez assento.
    Para os meninos foi brinquedo,
    Drummond a poetizou,
    Davi matou Golias...
    Por fim;
    o artista concebeu a mais bela escultura.
    Em todos os casos,
    a diferença não era a pedra.
    Mas o homem.

    Solicito as devidas correções ou a exclusão do poema.

    Se possível, conto com a colaboração na divulgação desses esclarecimentos em Blogs/Sites e Redes Sociais.

    Um grande abraço.

    Antonio Pereira (Apon)

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